Author name: Taylane

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Sonetos

  • Aquela árvore
    Aquela árvore
  • O sábio
  • Dona feia
  • Volta, ilusão
  • Aniversário
  • Conversão
  • Euforia
  • Sentimentalismo
  • Último sonho
  • Aniversário D'ela
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Poemas de versos livres

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Conjuntos de trovas

  • Saudade 1
  • Beijos
  • Cantigas
  • Casamento
    Casamento
  • Desencontro
  • Oração
  • Pensamentos de celibatário
  • Prece de um cético
  • Quem será?
  • Súplica
  • Teimosa
  • Hino do Ginásio Mundo Novo
  • Gotas finais
  • Instantâneo
  • Outras cantigas
  • Penúltimo poema... Quadrilhas
  • Última página
  • Uma dúzia de trovas para meus dois pronomes: tu e você
  • Trovas antológicas
  • Saudade 2
  • Grupo de três
  • Natal
  • Trovas 1
  • Trovas 2
  • A trova do cigarro
  • Trovas 3
  • Doze trovas para ela

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Trovas

  • Fatalismo
  • Sofrimento

Década de 1920

Década de 1930

  • Depois
  • Inverno
  • Meu poema de estudante pobre

Década de 1940

  • Aniversário
  • Conversão
  • Euforia
  • Sentimentalismo
  • Último sonho
  • Sou
  • Ausência
  • Balada do canto
  • Batingas
  • Bucólica
  • Edição esgotada
  • Fazenda Vaca Parida
  • Felicidade
  • Jacobina
  • Noturno
  • Paisagem
  • Perdição
  • Retrato
  • Romance
  • Saudade diferente
  • Vivos
  • Saudade 1
  • Beijos
  • Cantigas
  • Casamento
    Casamento
  • Desencontro
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  • Oração
  • Pensamentos de celibatário
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  • Quem será?
  • Súplica
  • Teimosa
  • Sofrimento

Década de 1950

  • Aniversário D'ela
  • Nunca mais

Década de 1960

  • Você
  • Tamarindeiro
  • Faz de conta
  • Caixa de papelão
  • Hino do Ginásio Mundo Novo

Década de 1970

  • Impossível
  • Sozinho
  • Último momento
  • Canção de ninar

Década de 1980

  • S. João
  • Conjecturas
  • Recordação de Monte Alegre
  • Velho trem de ferro
  • Emoção
  • A chuva chegou
  • Epitáfio
  • Esquece
  • No mundo dos sonhos
  • O nome daquela rua
  • Sonhos idos
  • A carta que não veio
  • Aquela rua
  • Dia do namorado
  • Tempo de balanço
  • Gotas finais
  • Instantâneo
  • Outras cantigas
  • Penúltimo poema... Quadrilhas
  • Última página
  • Uma dúzia de trovas para meus dois pronomes: tu e você
  • Trovas antológicas
  • Saudade 2
  • Grupo de três
  • Natal
  • Trovas 1
  • Trovas 2
  • A trova do cigarro

Poemas não datados

  • Nada
  • Bom Sucesso 1
  • Bom Sucesso 2
  • Trovas 3
  • Doze trovas para ela

LCMC1 - Felicidade - Transcrição com links

FELICIDADE...
A alma boa e emotiva de Braulio Alves Filho



................................................................................
Desilusões sobre desilusões!
Sentia-se triste
Cada vez mais triste.
Rememorou
os caminhos do passado...
O presente encarou,
desencantado...
E suspirou:
"A felicidade não existe!"

Buscou felicidade nas mulheres.
No luxo, na riqueza, nos prazeres.
E depois... esgotado,
desiludido, cansado,
ficou sem saber ver...
que o que houve foi apenas isto:
"Tomou o bonde errado..."

Monotestemunhais

Poemas que possuem um único registro de escrita.

Critérios adotados para as edições

I) Os textos são transcritos em fonte Times New Roman padrão Word; de tamanho 11, justificado à margem esquerda;

II) As linhas são numeradas de 5 em 5 à margem esquerda;

III) Transcreve-se o título como se encontra no original, em caixa alta e centralizado;

IV) A rubrica do autor indica-se entre colchetes;

V) São mantidas as interpolações, os lapsos do autor, a ortografia, a acentuação e registram-se todas as correções, emendas, rasuras e acréscimos, com a utilização dos símbolos:

† segmento ilegível

* parte do texto localizada à margem inferior indicada pelo autor através de seta, linha ou números remissivos;

*(f. ou p.) parte do texto localizada em outro fólio ou página indicada pelo autor a partir de números e letras remissivos ou anotações. Nesses casos, o número do fólio ou da página aparece entre parênteses.

Ao adequar a transcrição linearizada para a hiperedição, alguns símbolos foram substituídos por tags de codificação HTML, a saber:

<p> </p> Parágrafo

<br> Quebra de linha

<br><br> Quebra de linha com um espaçamento duplo

<n> </n> Negrito

<s> </s> Segmento riscado ou cancelado

<u> </u> Sublinhado

<sup> </sup> Acréscimo superior

<sub> </sub> Acréscimo inferior

Para a transcrição atualizada com links foi utilizada a tag <a href=””title=”Descrição sobre a palavra””> Palavra linkada </a>.

Para a identificação dos testemunhos na descrição e aparato crítico-genético, estabeleceu-se o seguinte código:   

a) quando o título do poema se compõe de apenas uma palavra utilizou-se, em maiúsculo, a primeira letra das duas primeiras sílabas. Exemplo: Inverno torna-se IV;  

b) quando se compõe de mais de uma palavra, utilizaram-se as iniciais das duas primeiras palavras em maiúsculo. Exemplo: Volta ilusão torna-se VI;  

c) quando há mais de um testemunho em livro ou em manuscrito, acrescentou-se um número arábico em ordem crescente para facilitar a identificação.   

d) para os textos com mais de um testemunho, após as letras que identificam o título do poema, acrescentam-se as letras L para livro, M para manuscrito, D para datiloscrito, J para jornal, R para recorte, que, quando não identificado, é seguido por um ñ. Exemplo: VIL (Santos, 2017, p. 92-93).

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Politestemunhais

Poemas que possuem registros de reescritas em diferentes suportes

  • Aquela árvore
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  • Balada do canto
    Balada do canto
  • O sábio
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  • Conversão
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  • Edição esgotada
  • Euforia
  • Fatalismo
  • Fazenda Vaca Parida
  • Jacobina
  • Noturno
  • Pensamentos de celibatário
  • Prece de um cético
  • Quem será?
  • Sentimentalismo
  • Último sonho
  • Aniversário d'ela
  • Nunca mais
  • Você
  • Tamarindeiro
  • Faz de conta
  • Hino do Ginásio Mundo Novo
  • Caixa de papelão
  • Sozinho
  • Impossível
  • Último momento
  • Canção de ninar
  • S. João
  • Conjecturas
  • Recordação de Monte Alegre
  • Velho trem de ferro
  • A chuva chegou
  • Epitáfio
  • Esquece
  • Gotas finais
  • Instantâneo
  • No mundo dos sonhos
  • Outras cantigas
  • O nome daquela rua
  • Penúltimo poema... Quadrilhas
  • Sonhos idos
  • Última página
  • Trovas antológicas
  • Saudade 2
  • Dia do namorado
  • Bom Sucesso 1
  • Doze trovas para ela

ABL3 - Arbor - Transcrição atualizada com links

EULALIO MOTTA 35

"ARBOR"
Ao poeta e amigo Jonathas Milhomens

Aquela árvore seca, desditosa,
Que da estrada contemplo quando passo,
Outrora balançava, majestosa,
Esmeraldina fronde pelo espaço

A passarada achando-a tão pomposa
Vivia de cantar em seu regaço...
Eis que lhe chega um dia, pesarosa,
A noite da tortura e do cansaço...

Foram murchando as folhas e caindo...
A passarada, ingrata, então, ligeira,
Vendo o cair das folhas, foi fugindo...

E quando, um dia, o vento, em desalinho,
Levou consigo a folha derradeira,
Fugiu-lhe o derradeiro passarinho...

Dossiê de Volta ilusão

  • Impresso colado no Caderno Lágrimas (f. 42v);
  • Impresso no livro Ilusões que passaram (p. 9);
  • Impresso no livro Canções de meu caminho 1ª ed. (p. 27);
  • Impresso no livro Canções de meu caminho 1ª ed. (p. 28);
  • Datiloscrito (1) de Canções de meu caminho 2ª ed. (f. 50r);
  • Datiloscrito (2) de Canções de meu caminho 2ª ed. (f. 50r);
  • Impresso no livro Canções de meu caminho 2ª ed. (p. 61).

LCMC1 - Casamento - Transcrição linearizada

CASAMENTO...





Casamento é uma gaiola.
Não quero me engaiolar...
Que Aquele que me deu asas,
Me deu ansias de voar...

É gaiola o casamento,
Eu quero me engaiolar...
Que minhas asas são curtas,
Não nasci para voar...

LCMC1 - Casamento - Transcrição com links

CASAMENTO...





Casamento é uma gaiola.
Não quero me engaiolar...
Que Aquele que me deu asas,
Me deu ânsias de voar...

É gaiola o casamento,
Eu quero me engaiolar...
Que minhas asas são curtas,
Não nasci para voar...

LCMC1 - Felicidade - Transcrição linearizada

LCMC1 - Oração - Transcrição linearizada



ORAÇÃO
Para o Revdmo. Padre Monsenhor Anibal Mata



Senhor, eu sei que sou mau!
Mas tem de mim compaixão,
Que eu não tive catecismo
Nem primeira comunhão!

Fui batisado e crescí
Como se fôsse pagão:
Sem nunca ouvir catecismo,
Nunca tomar comunhão!


Planta criada sem sol:
Faltou-me a Luz que dimana
De tua Igreja Católica,
Apostólica, Romana.

Quando criança, vi a Igreja
Com festas, com procissão.
Vi gestos de tua Igreja
Mas não ví o coração.

LCMC1 - Oração - Transcrição com links



ORAÇÃO
Para o Revdmo. Padre Monsenhor Anibal Mata



Senhor, eu sei que sou mau!
Mas tem de mim compaixão,
Que eu não tive catecismo
Nem primeira comunhão!

Fui batisado e crescí
Como se fosse pagão:
Sem nunca ouvir catecismo,
Nunca tomar comunhão!


Planta criada sem sol:
Faltou-me a Luz que dimana
De tua Igreja Católica,
Apostólica, Romana.

Quando criança, vi a Igreja
Com festas, com procissão.
Vi gestos de tua Igreja
Mas não vi o coração.

LCMC3 - Sentimentalismo - Transcrição linearizada

AAM - A árvore - Transcrição atualizada com links

Insomnia
A árvore

Aquela árvore seca, desditosa,
Que da estrada contemplo quando passo,
Outr'ora balançava, majestosa,
Esmeraldina fronde pelo espaço

A passarada achando-a tão pomposa
Vivia de cantar em seu regaço...
Eis que lhe chega um dia pecarosa,
A noite da tortura e do cansaço...

Foram murchando as folhas e caluindo...
A passarada ingrata, então, ligeira,
Vendo o cair das folhas foi fugindo...

E quando um dia, o vento em desalinho,
Levou consigo a folha derradeira,
Fugiu-lhe o derradeiro passarinho...

Bahia, 1928

AAL1 - Aquela árvore - Transcrição atualizada com links




AQUELA ÁRVORE...

Aquela árvore seca, desditosa,
Que da estrada contemplo quando passo,
Outrora balançava, majestosa,
Esmeraldina fronde pelo espaço...

Era ela a sombra amiga e dadivosa
Nos dias de verão e de cansaço...
E era festa a folhagem rumurosa
Com pássaros e vento no regaço!




Eis que chega o infortúnio... Vão caindo
As folhas amarelas... Traiçoeira,
A passarada, aos poucos, vai fugindo...

E quando um dia, o vento, em desalinho,
Levou consigo a folha derradeira,
Fugiu-lhe o derradeiro passarinho...

AAD1 - Aquela árvore - Transcrição atualizada com links

834
AQUELA ÁRVORE

Aquela árvore seca, desditosa,
que da estrada contemplo quando passo,
outrora balançava, majestosa,
esmeraldina fronde pelo espaço.

Era ela a sombra amiga e dadivosa
nos dias de verão e de cansaço.
E era festa e folhagem rumurosa
com pássaros e vento no regaço.

Eis que chega o infortúnio. Vão caindo
as folhas amarelas... Traiçoeira,
a passarada, aos poucos, vai fugindo...

E quando, um dia, o vento, em desalinho,
levou consigo a folha derradeira,
fugiu-lhe o derradeiro passarinho...

AAD2 - Aquela árvore - Transcrição atualizada com links



AQUELA ÁRVORE

Aquela árvore seca, desditosa,
que da estrada contemplo quando passo,
outrora balançava, majestosa,
esmeraldina fronde pelo espaço.

Era ela a sombra amiga e dadivosa
nos dias de verão e de cansaço.
E era festa e folhagem rumurosa
com pássaros e vento no regaço.

Eis que chega o infortúnio. Vão caindo
as folhas amarelas... Traiçoeira,
a passarada, aos poucos, vai fugindo...

E quando, um dia, o vento, em desalinho,
levou consigo a folha derradeira,
fugiu-lhe o derradeiro passarinho...

AAL2 - Aquela árvore - Transcrição atualizada com links


AQUELA ÁRVORE...

Aquela árvore seca, desditosa,
que da estrada contemplo quando passo,
outrora balançava, majestosa,
esmeraldina fronde pelo espaço.
Era ela a sombra amiga e dadivosa
nos dias de verão e de cansaço.
E era festa e folhagem rumurosa
com pássaros e vento no regaço.

Eis que chega o infortúnio. Vão caindo
as folhas amarelas... Traiçoeira,
a passarada, aos poucos, foi fugindo...

E quando, um dia, o vento, em desalinho,
levou consigo a folha derradeira,
fugiu-lhe o derradeiro passarinho...